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"A paz mundial não é algo que pode ser realizada apenas por políticos assinando tratados, ou pela ação de líderes empresariais em cooperação econômica. A paz verdadeira e duradoura será realizada somente por meio do estabelecimento de laços de confiança entre as pessoas no nível mais profundo, nas profundezas de suas próprias vidas.” (Daisaku Ikeda)

terça-feira, 15 de janeiro de 2019


Bom Dia!

Este relato a seguir é de uma grande veterana. Ela já faleceu, mas gostaríamos que pudessem ler na íntegra!

Magdalena Nader Landi - “Mãe do Kossen-rufu”
Terceira Civilização, Edição 510, 20/02/2011, pág. 16 / Entrevista
Ela tem 82 anos e é um exemplo de “força jovem brasileira”. Já concretizou 637 Chakubuku e foi elogiada pessoalmente pelo presidente Ikeda como “mãe do Kossen-rufu”. Conheça Magdalena Nader Landi, conselheira da Comunidade Atlântico Sul, CRJ.

Em primeiro lugar, gostaríamos de satisfazer uma curiosidade. Quantos Chakubuku a senhora tem atual­mente? São 637 Chakubuku. Com meus filhos, noras e netos, somamos 931. Sinto muita gratidão ao Ikeda Sensei e a boa sorte de ter toda a família praticando. Isto é uma felicidade muito grande.

A família Landi tem a meta de concretizar mil Chakubuku, e já estão bem perto disso. Qual é o segredo dessa vitória? [Sorriso afetuoso] Não há segredo. Tudo começa por meio da minha decisão diária. No Gongyo da manhã, a primeira coisa que faço é agradecer ao Gohonzon por mais um dia de vida que posso dedicar ao Kossen-rufu. Sempre oro para ter a oportunidade de encontrar as pessoas e ajudá-las a vencer seus sofrimentos. Para esse objetivo, recito uma hora de Daimoku todos os dias. Nunca perco a oportunidade de manifestar gratidão ao Gohonzon por meio das minhas ações. Qualquer coisa que aconteça no decorrer do meu dia é motivo de alegria e gratidão.

Como surgiu essa decisão em sua vida? Tomei essa decisão logo no início da minha prática. Quando conheci o Budismo de Nitiren Daishonin, eu pesava 110 quilos. Esse excesso de peso ocasionou-me trombose, flebite e gangrena em minha perna direita, a princípio. O médico já havia pedido autorização da minha família para amputá-la. Lembro-me de que eu sentia muito medo e chorava diante da possiblidade de não ver meus filhos crescerem. Não queria morrer. Por isso, fazia muito Daimoku e não faltava a nenhuma reunião. O que para mim era muito difícil, pois, ao andar, sentia uma dor terrível. Além disso, eu não gostava de sair de casa porque tinha vergonha. Sentia-me pesada e era complexada. Quando se tem um problema destes, as pessoas te olham de maneira diferente. Em meio a tudo isso, fiz meu juramento: eu iria sarar, andar com as próprias pernas e minha vida seria dedicada ao Kossen-rufu. A comprovação foi que não precisei amputar a perna e não morri devido à minha doença. Vi meus filhos e netos crescerem.

Ao receber o Gohonzon a senhora já sabia da importância de se fazer o Chakubuku? De alguma forma, sem ter muita consciência, eu sabia que o dia mais feliz da minha vida era aquele no qual eu havia recebido o Gohonzon. Em razão desse grande sofrimento em minha vida, eu já não acreditava em mais nada. A alegria surgiu porque resgatei minha fé. Dessa alegria, brotou em mim forte gratidão. A melhor maneira de agradecer ao Gohonzon é fazer o Chakubuku. Eu fiz duas decisões. A primeira delas é de que todos os dias eu farei alguém feliz. Um dia depois de ter recebido o Gohonzon, fui para o trabalho a pé, com o forte desejo de viver pelo meu juramento — fazer alguém feliz. Não importava meu sofrimento, eu seria capaz de cumpri-lo.

E a senhora encontrou alguém? A primeira pessoa que encontrei foi a Ana Maria. Ela estava sofrendo muito. Conversamos e, então, ela decidiu receber o Gohonzon. Ana foi meu primeiro Chakubuku. Certa ocasião, levei vinte pessoas a uma reunião na antiga Sede na Rua Vaz de Toledo. Tínhamos de subir uma escadaria enorme, mas nada me desanimava. Eu continuei a agir com base em meu juramento.

Qual foi sua segunda decisão? Minha segunda decisão foi a de que eu gostaria de oferecer meu lar como um local para realizar reuniões. Quando recebi o Gohonzon, confesso que eu estava envergonhada, por causa das condições da minha casa. Cheguei até a pensar na possibilidade de receber o Gohonzon mais tarde. No entanto, minha responsável bateu nas minhas costas e disse: “Antes que seja tarde demais Magdalena”. No dia seguinte, após a consagração do Gohonzon, meu marido comprou o jornal de domingo e havia um anúncio de um apartamento com uma sala grande e três quartos. Tudo isso em frente à minha casa. Ele sabia que meu desejo era este. Quando me mostrou o jornal, eu falei: “Nós não temos condições, mas temos o Gohonzon”. Ele conversou com o proprietário e uma semana depois nos mudamos para lá. Por dezoito anos, as reuniões foram realizadas em nosso lar. Houve dias em que participavam cerca de oitenta pessoas. Depois, meus filhos passaram a oferecer a casa para as atividades também.

A senhora acha difícil fazer Chakubuku? Fazer Chakubuku até pode ser difícil, mas eu não uso isso como desculpa. Fazer o possível é fácil, fazemos isso todos os dias. Para comprovar, temos de orar para o impossível. E orar com o seguinte sentimento: “Eu já venci!” Essa oração desperta em mim muita sabedoria e energia em forma de alegria e paciência.

A senhora pode nos contar alguns exemplos de como faz Chakubuku? Eu frequentava uma academia para fazer ginástica. Lembro-me de que, no primeiro dia de aula, minha professora me perguntou se eu estava gostando. Eu respondi: “Estou ótima, sinto-me muito bem, mas o que me traz alegria mesmo é o Daimoku”. Então, ela quis saber o que era e expliquei-lhe sobre o Budismo. Hoje, ela é uma excelente líder. Outras pessoas da academia me perguntavam se eu era privilegiada porque a tratava com grande carinho. Então, expliquei o porquê e aproveitei para ensinar o Budismo Nitiren para elas também. Já levei minhas professoras, minhas amigas às reuniões. Não perco nenhuma oportunidade. Eu falo para elas: “Eu posso te orientar, mas na frente do Gohonzon, faça seu próprio desafio”.
De todos os seus Chakubuku existe alguém que tenha devolvido o Gohonzon? Ninguém devolveu o Gohonzon. Esta é uma das maiores felicidades da minha vida. Uma devolução de Gohonzon não é meu carma, mas sim da própria pessoa que o devolve. Pois é ela quem sofre com isso. Como meu objetivo é ajudar as pessoas a vencer seus sofrimentos, sinto-me vitoriosa porque ninguém devolveu o Gohonzon. Desde o começo, sempre trato as pessoas com muita paciência. Paciência é fundamental para se fazer Chakubuku.

Qual é o contexto das suas orações diárias? Quando eu me sento diante do Gohonzon, oro pela paz mundial, pela harmonia familiar e agradeço tanto os obstáculos quanto os benefícios. Eu falo: “Gohonzon, as pessoas estão sofrendo. Eu preciso tirá-las do sofrimento!” Isso me faz muito bem. Eu saio de casa com alegria para conversar com as pessoas. Minha felicidade foi ter compreendido que todos são Budas e busco agir com essa convicção. Oro para que essa felicidade permaneça ao meu lado por toda a eternidade. Nas minhas orações diárias, agradeço por estar viva e recitar o Nam-myoho-rengue-kyo.

Como é sua rotina? Vou à praia regularmente. Eu fico no mesmo quiosque, já conhecido como “Quiosque do Kossen-rufu”. Leio, tomo água de coco e olho para o mar. Estou sempre determinada a cumprir a minha missão. As pessoas chegam, querem tomar água de coco e pedem para sentar ao meu lado. Eu digo para elas que fiquem à vontade e começamos a conversar. Essas pessoas comentam: “A senhora é uma pessoa tão boa. Está sempre sorrindo”. Eu respondo: “Ah... isso se deve à lei que eu sigo”. Depois, eu as levo à reunião. Assim, fiz e continuo fazendo muitos Chakubuku. Houve até um caso que me emociona muito. Posso contar?

Fique à vontade. Conheci uma pessoa na praia. Convidei-a para uma reunião dali a quinze dias e trocamos telefones. Coloquei o papel com o número do telefone na bolsa e fui para casa. Quando fui procurá-lo, virei, revirei e nada. Foi chegando o dia da reunião e eu estava muito triste, porque não tinha como entrar em contato com ela. Sentei em frente ao Gohonzon e pensava: “Gohonzon não me permita ser derrotada. Eu quero tirar essa pessoa do sofrimento!” Enquanto fazia Daimoku, o telefone tocou. Não gosto de atender o telefone enquanto faço Daimoku. Mas como persisitiu, eu atendi. Era ela, que disse: “A senhora ficou de me ligar, eu estou esperando. Estou recitando aquelas palavras”. Comecei a chorar, agradecendo: “Gohonzon como sou afortunada!” Combinamos e fomos à reunião. Em breve, ela vai receber o Gohonzon. [diz, emocionada]

A sensação é extraordinária ao conversar com a senhora. Acreditamos que seus Chakubuku sentem o mesmo. Não tenho nada de especial. Busco manter meu coração em sintonia com o de Ikeda Sensei. Oro todos os dias para encontrar pessoas a quem eu possa ser útil; pessoas que queiram praticar e ser felizes e que possamos nos reencontrar. Por isso, todos aqueles que aparecem em meu caminho foram, de certa forma, convocados, pois temos uma ligação de coração a coração. Sinto muita alegria em dialogar com cada pessoa, apoiá-la e ajudá-la a superar seus sofrimentos. Parece que estou voando. Cada Chakubuku realizado significa que estou comprovando mais um benefício do Gohonzon. Cada pessoa é uma resposta às minhas orações. E quando nossas orações são respondidas, ficamos felizes.

As pessoas comprovam logo que começam a praticar? Sim. Por exemplo, fiz Chakubuku em vários porteiros do meu prédio. Eles praticam, prosperam e mudam de emprego. Um deles montou uma empresa. Nós precisamos fazer a nossa revolução humana. Oração, determinação e comprovação. Se não comprovamos, como as pessoas poderão confiar em nós? E a comprovação é nossa postura. Se as pessoas comentam: “Puxa, ela está sempre mal-humorada!” Isso atrapalha muito. Temos de ter o Gohonzon no coração sempre. Diante do Gohonzon, somos todos Budas. Escuto muito a frase: “A senhora não tem problema. Está sempre sorrindo, sempre de bem com vida”. Aproveito para falar da grandiosidade da Lei Mística. Não quero ser feliz sozinha. Reencontrei-me com uma pessoa a qual eu havia ensinado o Nam-myoho-rengue-kyo havia muitos anos. Ela não sabia que eu era viúva. Quando comentei, ela falou: “Nossa, você está sozinha?” Eu respondi: “Não”. E ela: “Casou de novo?” Eu disse: “Não. Tenho meu maior tesouro: o Gohonzon. Ele nunca me deixa sozinha”.

Como a senhora ensinou sobre o Budismo aos porteiros? Ah! Quando eles sobem ao meu apartamento para trazer meu jornal, eu agradeço de coração. Digo-lhes que eles são mensageiros do Buda, porque estão trazendo para mim a mensagem do Mestre. Eles me fazem perguntas, querem saber mais e começam a praticar. Outro dia, recebi o agente do Censo, ele viu a foto do presidente Ikeda e perguntou se era meu marido. Eu respondi: “Não. Este é meu Mestre da vida! Você quer aprender sobre isso”. Ele foi mais um dos que ensinei sobre o Budismo.

Desde que estamos aqui, percebemos que seu telefone não para. São seus Chakubuku? Sim. Sempre me ligam para relatar os benefícios. Que alegria! Eu sempre digo a eles: “Está feliz? Que bom. Para ficar mais feliz, você deve propagar a Lei. Só para nós, não adianta. Porque a Lei não se propaga sozinha. Faça alguém feliz! Isso retorna para nós!” Alguns dizem: “Ah! Eu adoro a senhora!” Eu respondo: “Tem de adorar é o Gohonzon!” Outros falam: “Estou fazendo Daimoku para a senhora”. Digo: “Não! Você deve fazer Daimoku é para o Gohonzon. Eu sou como você. Você, na frente do Gohonzon, é um Buda também”.

Muitas pessoas pedem orientação para a senhora? Sim. Para aqueles que são recém-convertidos, sempre incentivo para que andem com as próprias pernas. Oriento, mas a verdadeira orientação eles devem buscar diante do Gohonzon. Sou um mortal comum. Sempre tomo muito cuidado, até com o que eu escuto. Meus ouvidos são para Lei Mística. Sempre foco na prática da fé e digo: “Está feliz? Está fazendo Daimoku? Então, continue. Não gaste sua voz aqui no telefone. Use-a para orar. Quando todas as portas estiverem fechadas, as portas do oratório estarão sempre abertas para nós. O Gohonzon deve estar presente em nosso coração, em nossa vida e em nosso lar”. Sempre trato a todos com muita paciência e carinho. Se eu souber que afastei uma pessoa porque não tive paciência, ficarei muito triste. Terei desrespeitado um Buda. Porque quando maltratamos alguém, na verdade, estamos maltrando um Buda.

Como a senhora encara as reuniões de sua organização? A reunião é uma grande recepção. Muitas vezes, os líderes afastam os membros porque não estão preparados. Não precisamos carregar os problemas conosco. Quando vamos à reunião, devemos ir felizes. Afinal, vamos pelo Gohonzon. Daí, uma única palavra nos renova. Há anos, vou à reunião com muita alegria. Vou feliz e volto renovada porque cumpri minha missão. O Chakubuku está sempre atento a tudo. Na atividade, sempre devemos cumprimentar as pessoas, dizendo: “Sejam bem-vindas!” Nunca devemos perder a disposição de tratar bem os outros, recebendo-os com alegria e carinho. Temos de fazer isso de coração. Caso contrário, não adianta nada. Quando a gente fala de coração, retorna para a própria vida. É preciso ter muita paciência na hora de tirar as dúvidas dos Chakubuku. Com dúvida, ficamos “balançandos”. Mas é bom explicar tudo com muito carinho.

O que é um líder preparado para a senhora? Para mim, é aquele que tem consciência de que o mais importante é o que fazemos em prol da felicidade das outras pessoas. Isto é o que conta.

O presidente Ikeda tem falado muito sobre a importância de criar uma força jovem na SGI. Como é a sua relação com os jovens? Quando chego à Reunião de Palestra, ao registrar meu comparecimento, digo logo: “DFJ”. [risos] Sempre gosto de estar com os jovens. Quem lida com os jovens é feliz e nunca envelhece. Eles me perguntam se podem me chamar de vó ou de mãe. E eu falo que não há problema, pois, assim, criamos um ambiente aconchegante e carinhoso.

Gostaríamos que a senhora contasse sobre seu encontro com o presidente Ikeda no Japão. Esta foi a realização do meu maior sonho. Decidi ir ao encontro do Mestre em 1984, por ocasião do festival realizado no Ginásio do Ibirapuera em São Paulo. O Mestre entrou com os braços erguidos e nos surpreendeu com sua alegria. Naquele momento, senti uma grande emoção e objetivei que minha luta pelo Chakubuku seria incansável para que eu pudesse encontrá-lo novamente. Dezoito anos depois, eu consegui. Muitos acreditavam que minha idade seria um empecilho. Mas, se a porta do oratório está aberta, nenhuma outra porta estará fechada. Continuei orando com essa decisão e, por fim, tudo foi direcionado para a vitória. Para a viagem, tive de fazer muitos exames médicos, a fim de avaliar minhas condições de saúde. Até a médica se assustou com a quantidade de exames e me perguntou: “Para que tantos exames?” Eu respondi: “É porque vou realizar o grande sonho da minha vida”.

Deixe a gente adivinhar. A senhora fez Chakubuku na médica? Sim. Quando expliquei a razão do meu sonho, aproveitei para falar sobre a Lei Mística. Hoje, ela é uma grande líder. Todos os exames tiveram resultado satisfatório, atestando que minha saúde é de ferro.

E como foi o encontro com o Mestre? Ao chegar ao Japão, um dirigente disse ao meu filho, Henrique, que ele me preparasse para a possibilidade de o presidente Ikeda não participar da reunião, devido a outros compromissos. Assim que ele me deu a notícia, eu disse: “Não vim para fazer turismo! Vim aqui com a fé e a determinação de encontrar o mestre da vida e estarei com o Mestre!” Passei a noite recitando Daimoku para que minha decisão não enfraquecesse. Mantive meu ânimo e disposição em alta. Logo pela manhã, recebemos o telefonema de que o Ikeda Sensei participaria sim da atividade. A tão sonhada reunião ocorreu no dia 8 de janeiro de 2002. O presidente Ikeda entrou no palco e, com um gesto de carinho, cumprimentou a todos com a mão no coração. Ele orientou sobre a rigorosidade da prática e a importância das atividades na Organização. Disse que os dirigentes precisam tratar os membros com carinho e benevolência e que a vida é como um sonho. Ela é passageira e quem não realizar nada se arrependerá no futuro. Quase no final da reunião, fui chamada e o Mestre olhou para mim e, novamente, colocou a mão no coração, citou minha luta na realização de Chakubuku e tornou a orientar sobre nossa verdadeira missão. [confira as palavras do presidente Ikeda sobre a Sra. Magdalena ao lado]. Assim que terminou a reunião, escrevi uma mensagem de agradecimento para o Mestre, dizendo: “Sensei, hoje realizei meu sonho. Pode contar comigo! Espero representá-lo no Brasil, estando onde o senhor não puder estar e mantendo o espírito de mestre e discípulo sempre vivo. Obrigada, Sensei!”

Palavras do Mestre
Hoje, está participando conosco uma nobre “mãe do Kossen-rufu” que veio do Brasil. O nome dela é Magdalena Nader Landi e ela é conselheira de comunidade. Sra. Nader, muito obrigado!

A Sra. Nader converteu-se ao Budismo Nitiren há 26 anos e fez, pessoalmente, 485 Chakubuku [atualmente, são 637]. Ela simplesmente orava com o forte desejo de compartilhar a Lei Mística com as pessoas que estivessem sofrendo e conversava com os outros sobre o Budismo com coragem e sinceridade. Se incluirmos os Chakubuku concretizados por seu marido, que faleceu há três anos, e pelos três filhos, esse número passa para 730 [hoje, são 931]. A família também colocou à disposição uma ótima sede comunitária para uso dos membros locais. A Sra. Nader está aqui com seu filho, responsável de área, Henrique Nader Landi, que herdou seu espírito de fé.

Vamos aplaudir sinceramente esta nobre “mãe do Kossen-rufu” do Brasil e toda sua família. Obrigado! [Dito em português.]

Tanto no Japão como no mundo inteiro, há muitos desses tesouros do Kossen-rufu para serem descobertos. Espero que sempre se lembrem disso. Essas pessoas se empenharam incansavelmente para propagar o Kossen-rufu — o mais nobre empreendimento que há para um ser humano. Essas pessoas realizaram contribuições realmente notáveis. Suas conquistas são de muito mais valor que qualquer outra realização secular. Peço aos membros da Divisão dos Jovens que herdem com coragem o “espírito de Chakubuku” desses respeitáveis “mães e pais do Kossen-rufu”. Desejo confiar à Divisão dos Jovens toda a responsabilidade pela próxima geração da Soka Gakkai!

Fonte: BS, edição no 1.660, 20 de julho de 2002, p. A3.

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